
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente na manhã deste sábado (22 de novembro), em cumprimento a um mandado autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Michel Temer (MDB), quando detidos, também ficaram em salas da Polícia Federal em Curitiba (PR) e São Paulo (SP), respectivamente.
Em nota oficial, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF.
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal informou ao STF uma tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica de Bolsonaro às 0h08 deste sábado (22 de novembro).
Os carros da Polícia Federal chegaram ao condomínio em que Bolsonaro mora, em Brasília, por volta das 6h, e deixaram o local cerca de meia hora depois.
A audiência de custódia serve para que um juiz verifique se a prisão foi realizada dentro da legalidade e se houve respeito aos direitos fundamentais do detido. O procedimento é obrigatório mesmo em prisões ordenadas pelo STF.
A prisão é preventiva, ou seja, não tem data determinada para acabar. Moraes tomou essa decisão para garantir a ordem pública, já que, segundo o ministro, foi convocada uma vigília na porta do condomínio onde mora o ex-presidente com o objetivo de evitar que ele fosse preso.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente na manhã deste sábado (22), em cumprimento a um mandado autorizado pelo Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro foi levado diretamente para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Em nota oficial, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva por decisão do STF.
De acordo com a decisão assinada por Alexandre de Moraes, a prisão foi determinada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21 de novembro).
Na decisão, Moraes apontou risco de fuga e afirmou que a convocação da vigília "indica a possível tentativa de utilização de apoiadores" de Bolsonaro para "obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar" da qual o ex-presidente era alvo.
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